Ação de rastreamento oncológico atende mais de 300 pacientes

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O evento de rastreamento oncológico realizado pela Secretaria Municipal de Saúde em parceria com a Liga de Oncologia do curso de Medicina da Universidade de Taubaté (Unitau) atendeu 302 pacientes no último sábado (12) no Centro de Especialidades Médicas de Ubatuba.

A ação gratuita buscou identificar casos de câncer de pele, mama, colo uterino e boca, além de ter oferecido testes rápidos para detecção de HIV, sífilis e hepatites. Os atendimentos de câncer de pele foram previamente agendados para atender a demanda já existente na cidade, contabilizando 160 pessoas atendidas.

No total foram feitas também 40 avaliações de boca; 38 exames de colo de útero; 35 testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites; e 29 ultrassons de mama. “A iniciativa foi uma importante estratégia para acelerar o atendimento e a avaliação dessas pessoas. Vários casos de câncer foram detectados, alguns até em fase avançada, sendo essencial o acolhimento, o diagnóstico e o encaminhamento para o tratamento adequado”, explicou a enfermeira Sueli Pedrosa, do Núcleo de Apoio ao Paciente Oncológico e Ostomizado.

Participaram do rastreamento oncológico: médicos, acadêmicos, dentistas, enfermeiros e demais profissionais da Saúde. “A parceria com a Universidade de Taubaté atraiu personalidades importantes da área de oncologia e foi riquíssima a participação de cada um deles. Aproveito para agradecer ao Dr. Eduardo Zucca, Dr. Flávio Salgado e Dra. Rosiely Melo pela preciosa colaboração e disposição em atender nossos pacientes, sempre com carinho e qualidade inquestionável”, ressaltou Sueli, uma das organizadoras da ação.

A enfermeira ressaltou ainda que a detecção precoce de casos de câncer aumenta as chances de cura e que a intenção é realizar o evento de rastreamento oncológico pelo menos uma vez por ano.

Sapo Uba

A Associação de Apoio ao Paciente Oncológico de Ubatuba – Sapo Uba – esteve presente ao evento oferecendo apoio e lanche a todos os pacientes que aguardavam por atendimento. O acolhimento do grupo fez a diferença no projeto e reforçou a importância do amparo médico e humano da ação.

Fonte: PMU

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